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Tintas sem Cheiro

Chocolate, tomate seco, kiwi… referências que sugerem receita culinária, mas, neste caso, dão nomes às tendências 2010 de cores de tintas para acabamento em paredes, compondo a decoração dos ambientes de residências, funcionais e corporativos.

Azul oceano, lilás e vermelho cardinal também fazem parte das tendências que, no caso da indústria Tintas Futura, fazem parte de uma linha de produtos (Premium) com apelo adicional, conforme explica o fabricante: “Após três horas da aplicação em ambiente ventilado, a tinta perde totalmente o odor”.

As novas cores (24 tonalidades) da linha Futura Premium para acabamento têm versões em fosco, acetinado e semibrilho. Tonalidades personalizadas podem ser produzidas pelo sistema tintométrico Magia das Cores, que produz mais de mil cores e prepara o produto desejado “em apenas três minutos”, garante a Futura.

“Esta tinta é extremamente útil em hospitais, escolas, restaurantes, residências de pessoas alérgicas ou locais onde o cheiro da tinta é indesejável”.

Para quem quer exercitar a nova pintura da residência, o site da Futura Tinta (www.futuratintas.com.br) oferece uma ferramenta de fácil manuseio, que é o simulador de ambientes. Basta escolher um ambiente a cada simulação, mudar as cores da pintura, tantas vezes quantas desejar, até encontrar a solução mais agradável. O site também oferece dicas úteis e ótimas informações sobre Feng Shui.

Como proteger móveis externos da ação do tempo

Após um longo período de exposição à chuva e ao sol, mesmo sendo propícios à exposição ao tempo, o piso, os móveis e os objetos da área externa precisam de cuidados especiais.

Madeira – Por mais que os móveis de madeira tenham o tratamento adequado, com acabamento resistente à umidade e radiação solar, com produtos específicos para esse fim, inclusive contra ataques de microorganismos, a melhor forma de conservá-los é protegê-los das intempéries (sol, chuva e umidade) quando não estão sendo utilizados, alocando-os em lugar coberto, ventilado e seco.

É preciso, também, estar atento ao prazo para a manutenção e reaplicação periódica do produto, em geral, a cada dois anos. Para os pisos tipo deck, o prazo para reaplicação é menor, entre 12 e 18 meses.

Alumínio – Os produtos de alumínio, também muito utilizados em áreas externas, são bastante resistentes à oxidação proveniente da umidade e não sofrem tanto com as corrosões. “Para conservá-los novos por muito mais tempo, a dica é guardá-los limpos e secos após o uso e usar preventivamente os polidores de alumínio, que retardam o surgimento de manchas”, diz especialista.

Bienal Internacional de Veneza

Fachada vazada do teatro projetado por Biselli Katchborian na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte

Fachada vazada do teatro projetado por Biselli Katchborian na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste domingo dia 29 começou a Bienal Internacional de Veneza tem sido por mais de um século um dos mais prestigiados eventos culturais mundiais, com mostras de arte, arquitetura, cinema, música e teatro. Dirigida por Paolo Baratta.

Este ano, a exposição oficial da mostra reúne projetos em torno do tema “People meet in Architecture”, ou “as pessoas se encontram na arquitetura”, em uma tradução livre. Os espaços do Palácio de Exposições da Bienal, mais conhecidos apenas como “Giardini”, e do Arsenale, entre outras regiões da cidade, vão receber projetos de 48 participantes entre arquitetos, engenheiros e artistas de todo o mundo.

A mostra também conta com a participação de 53 representações nacionais.
Data: 29 de agosto a 21 de Novembro
Fonte: Uol

Quais as opções para cercar varandas e escadas?

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Em primeiro lugar, precisamso explicar o que são guarda-corpos. Guarda corpos são as proteções que evitam que as pessoas caiam de um lugar alto e aberto, como uma sacada. Na construção civil são utilizados em muitas situações, o que exige dos profissionais muita criatividade e bom senso. A presença dos guarda-corpos dependendo da quantidade de andares de uma casa, da quantidade de escadas ou de quão acidentado é o terreno. Além disso, dependendo da situação, diferentes modelos são demandados.

Para podermos pensar em guarda-corpos, é preciso primeiro tentar entendê-los dividindo-os em partes. Os guarda-corpos possuem em geral um elemento vertical que o suporta na posição correta. Também costumam ter, embora não necessariamente, elementos horizontais, que se ligam aos elementos verticais, formando uma “moldura”. Muitas vezes essa “moldura” é preenchida por um elemento que pode ser chamado de fechamento. Na porção superior dos guarda-corpos, dependendo de sua localização e utilização, também pode aparecer uma barra horizontal continua a qual chamamos de corrimão. O corrimão é necessário sempre quando houver tráfego de pessoas ao longo do guarda-corpo, como acontece em uma escada.

Materiais

Embora os elementos descritos acima sejam fundamentais para se entender o conceito de guarda-corpos, existem muitos tipos de guarda corpos que utilizam apenas parte desses elementos. Um guarda corpo pode ser composto apenas de ripas verticais de madeira, ou de montantes verticais metálicos ligados por cabos de aço, que atuam como elemento horizontal e de fechamento ao mesmo tempo. Tudo depende da criatividade do projetista e da melhor forma de harmonizá-lo com o conjunto arquitetônico.

Os materiais dos guarda corpos também variam muito e podem ser combinados obtendo-se resultados incríveis. Os materiais mais utilizados em guarda corpos são a madeira, o aço inox, o aço comum, vidro, telas perfuradas, expandidas, alambrados, cabos de aço, alvenaria e drywall, entre muitas outras possibilidades. Para evitar dores de cabeça com manutenção, tenha sempre em mente que o guarda-corpo precisa ser seguro e durável: considere se ele está em uma área externa, se toma chuva, se fica em uma área interna.

Outro aspecto que se deve considerar ao projetar um guarda corpo é a questão estrutural. É claro que um guarda corpo de alvenaria fica estável com facilidade, mas e um guarda corpo metálico, bem esbelto? Ele para em pé? Ele vai aguentar se alguém se apoiar nele? Essas questões são fundamentais para a elaboração de bons guarda-corpos, e o ideal é deixar isso a cargo de um profissional, especialmente se o desejo é ter um guarda corpo leve e transparente. Lembre-se que a segurança é sempre um fator importante, visto que sua função é impedir que alguém caia de algum lugar.

A norma

Embora exista uma ampla gama de materiais e combinações possíveis para realizar guarda-corpos, existe uma regulamentação no Brasil para a execução desses proteções. A norma que regula os guarda corpos é a NBR 14.718 de 2008, e estipula uma série de medidas para que os guarda-corpos sejam o mais seguros possível.

Não existe apenas uma regra geral para guarda-corpos: elas variam conforme o local e a utilização. Os guarda-corpos de uma residência seguem especificações diferentes dos de uma escola pública, por exemplo. Mas uma questão comum é a altura mínima, de um metro, maior do que a altura média observada na sacada de diversos prédios e construções mais antigas.

O importante ao se pensar em guarda-corpos é que eles são necessários em vários casos e fazem parte da concepção de sua residência. Não deixe para pensar nisso na última hora e cobre um desenho interessante de seu arquiteto ou engenheiro. Alem das questões de segurança, ele sempre será uma parte fundamental da estética de seu projeto.

Fonte: Casa e Imóveis Uol

Venda de casas usadas cai 27% em um ano nos EUA e vai ao menor nível histórico

As vendas de residências usadas nos Estados Unidos caíram 27,2% em julho, com 3,83 milhões de unidades, ante as 5,26 milhões de junho. Em julho de 2009, foram comercializadas 5,14 milhões de unidades.

O índice Existing Home Sales foi divulgado nesta terça-feira pela NAR (Associação Nacional dos Corretores Imobiliários, na sigla em inglês).

Os números decepcionam o mercado que esperava vendas de cerca de 4,7 milhões de unidades. Em junho a queda foi bem menos expressiva, de 5,2%.

As vendas totais estão no nível mais baixo desde que o levantamento começou a ser feito, em 1999. A fatia que inclui a venda de imóveis residenciais — que representa a maior parte das transações, mais de 80% — está no nível mais baixo desde maio de 1995.

O economista-chefe da NAR, Lawrence Yun, destaca que as vendas provavelmente continuarão lentas por alguns meses. “Desde maio, a contratação de vendas tem sido notoriamente inferior. Este período fraco deve durar até setembro”, disse.

Yun afirma que o nível alto de desemprego no país, aliado às altas taxas de hipoteca, fazem com que o mercado demore mais a se recuperar.

A média nacional dos preços para todos os tipos de habitação era US$ 182 mil em julho, alta de 0,7% ante o mesmo mês de 2009.

O índice mede as vendas de imóveis usados nos EUA, baseando-se nas unidades que possuem maior participação no mercado do que as casas novas e são um bom indicador de tendência.

Fonte: Folha.com

Secovi-SP divulga balanço do mercado imobiliário no 1º semestre

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As vendas de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo totalizaram 17.005 unidades nos primeiros seis meses de 2010. O volume é compatível com a estimativa de chegar ao final do mês de dezembro com 37 mil a 38 mil moradias comercializadas, mantendo a previsão feita pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) no início do ano.

O Balanço do Mercado Imobiliário no Segundo Trimestre foi apresentado durante coletiva de imprensa realizada na manhã de quinta-feira, 19/8, com a presença do presidente da entidade, João Crestana.

O economista-chefe do Sindicato Celso Petrucci mostrou um quadro simplificado da situação da economia, e comentou os números de comercialização na capital paulista e da Região Metropolitana São Paulo. Falou também sobre crédito imobiliário – que deve atingir 1 milhão de financiamentos em 2010 -, aumento de preço e o que o Sindicato vem fazendo para tentar entender esse comportamento.

Vendas no trimestre

 

As vendas registram equilíbrio razoável, com 8.461 unidades escoadas nos primeiros três meses do ano e 8.544 no segundo trimestre. Praticamente, houve estabilização, já que a variação percentual entre os trimestres foi de apenas 1%. Isso se explica em razão da fraca sazonalidade no mês de janeiro e pela queda pontual de vendas percebida em maio.

Na série histórica da Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Sindicato, o total de 17.005 unidades vendidas nos seis primeiros meses de 2010 só é inferior ao volume registrado em igual período de 2008 (19.224 unidades). Comparativamente ao primeiro semestre de 2009 (14.368 unidades vendidas) houve aumento de 18,4%.

Em termos de segmentação, a distribuição ficou próxima à percebida no segundo trimestre, ou seja, imóveis de dois quartos assumiram a dianteira, com 35,3% (5.999 unidades), seguidos por unidades de três dormitórios, com 5.965 habitações comercializadas (35,1%).

Lançamentos

De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio – Embraesp, o total de lançamentos na primeira metade deste ano foi de 13.566 unidades, 66,5% superior ao fraco volume lançado nos seis primeiros meses de 2009 – período atípico em consequência da crise financeira internacional que eclodiu no final de 2008.

Expectativa é lançar 20 mil unidades no segundo semestre, o que depende de aprovação de projetos. “A cidade de São Paulo está repelindo novos projetos, fazendo com que as famílias procurem outras localidades. E isso implica em deslocamentos, necessidade de transporte”, observa o presidente João Crestana. “Qual é a filosofia urbana que queremos para nossa cidade? Aquela aproxime trabalho e habitação. Teremos então de nos debruçar sobre o urbanismo e buscar soluções para a sua adequada ocupação.”

Região Metropolitana de São Paulo

 
O Secovi-SP passou a divulgar informações sobre o mercado imobiliário da Grande São Paulo, delimitada pela Capital e mais 38 municípios. O volume vendido em unidades no período de abril a junho deste ano (16.779 moradias), na região, ficou estável em relação ao primeiro trimestre, quando 16.797 habitações foram comercializadas.

Fonte: Secovi

São Paulo sediará evento internacional sobre mercado imobiliário

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A Sociedade Latino Americana de Estudos Imobiliários  (LARES, sigla em inglês de Latin American Real Estate Society) realizará de 15 a 17 de setembro, no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo (SP), sua Décima Conferência Internacional. Durante o evento serão apresentads as mais recentes pesquisas sobre o mercado latino-americano de real estate, desenvolvidas por especialistas brasileiros e internacionais.

Realizada anualmente, o tema central desta edição da conferência será “O crescimento sustentável do mercado latino-americano de real estate”. Nos três dias de duração do evento, pesquisadores e profissionais do setor irão debater sobre a expectativa de desenvolvimento sustentável do mercado  imobiliário na América Latina nos próximos anos, devido à maior estabilidade econômica e ao aumento da disponibilidade de crédito para aquisição de imóveis especialmente no Brasil.

Os impactos que deverão ser provocados em alguns segmentos do mercado brasileiro de real estate com a realização da Copa do Mnundo e das Olimpíadas de 2016 no País também serão abordados na Conferência. Em uma das sessões plenárias haverá uma mesa-redonda sobre os reflexos da Copa de 2014 no mercado imobiliário de São Paulo.

Na conferência também serão discutidos outros temas atuais do setor de real estate, como os aspectos legais e corporativos em real estate, avaliação imobiliária, planejamento e desenvolvimento urbano, e financiamento imobiliário. Completam a pauta de discussões  as transações e o mercado de ações de real estate; gestão de projetos; e políticas públicas e sustentabilidade em real estate.

“A Conferência Internacional da LARES é um dos únicos eventos do gênero no Brasil que promove a aproximação das pesquisas  epráticas em real estate desenvolvidas no meio acadêmico por profissionais do setor”, avalia o presidente  da Conferência,Cláudio Tavares de Alencar. “O evento cresceu muito ao longo desses últimos dez anos em que é realizado, e tem  registrado uma participação cada vez maior tanto de pesquisadores como invetidores do setor de real estate”, conclui.

Fonte: LARES.org

Ações contra inadimplência em condomínios sobem 48% em julho

Ações contra inadimplência em condomínios sobem 48% em julho
Aumento é o segundo registrado no ano, perdendo apenas para os números de março, de acordo levantamento do Secovi-SP
De acordo com levantamento realizado do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o número de ações na Justiça por falta de pagamento da taxa condominial na cidade de São Paulo aumentou 48,2% em julho (1.227 ações), na comparação com junho deste ano (828 ações).
O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios da entidade, Hubert Gebara, diz que um dos fatores que possivelmente ajudaram na elevação do número de ações foi a greve do Judiciário, desde o dia 28 de abril, o que pode ter gerado nos inadimplentes uma ideia de impunidade.
Com o resultado verificado no sétimo mês do ano, ficou interrompido o ciclo de baixa que havia tomado corpo em função do novo Código Civil, que diminuiu para 2% a multa por atraso no pagamento. Ao se comparar com julho de 2009 (965 casos) percebe-se aumento de 27,1% no volume de ações. Por outro lado, houve queda de 13,04% na comparação com julho de 2008, quando 1.411 ações foram distribuídas.
O total de ações acumuladas de janeiro a julho deste ano foi de 6.577 ações, o que demonstra estabilidade se comparado aos 6.579 casos percebidos entre janeiro e julho de 2009.
Confira os números registrados no período de agosto de 2009 a julho de 2010 e a variação em relação ao mês anterior.

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Aumento é o segundo registrado no ano, perdendo apenas para os números de março, de acordo levantamento do Secovi-SP

De acordo com levantamento realizado do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o número de ações na Justiça por falta de pagamento da taxa condominial na cidade de São Paulo aumentou 48,2% em julho (1.227 ações), na comparação com junho deste ano (828 ações).

O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios da entidade, Hubert Gebara, diz que um dos fatores que possivelmente ajudaram na elevação do número de ações foi a greve do Judiciário, desde o dia 28 de abril, o que pode ter gerado nos inadimplentes uma ideia de impunidade.

Com o resultado verificado no sétimo mês do ano, ficou interrompido o ciclo de baixa que havia tomado corpo em função do novo Código Civil, que diminuiu para 2% a multa por atraso no pagamento. Ao se comparar com julho de 2009 (965 casos) percebe-se aumento de 27,1% no volume de ações. Por outro lado, houve queda de 13,04% na comparação com julho de 2008, quando 1.411 ações foram distribuídas.

O total de ações acumuladas de janeiro a julho deste ano foi de 6.577 ações, o que demonstra estabilidade se comparado aos 6.579 casos percebidos entre janeiro e julho de 2009.

Confira os números registrados no período de agosto de 2009 a julho de 2010 e a variação em relação ao mês anterior.

Fonte: Secovi

Conheça os sistemas de amortização

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Diminuir gradativamente a dívida do financiamento é feita com a quitação periódica.

Item presente nas linhas de crédito imobiliário,a amortização é a redução do valor total da dívida por meio de pagamentos, geralmente em meses. Durante o prazo do contrato, deve-se quitar o montante financiado, diluindo o saldo devedor a ser pago em cada parcela.

No financiamento,  cada prestação é composta de juros e amortização. Referente ao custo do empréstimo, os juros não diminuem o valor da dívida. Já a parte da amortização reduz de forma efetiva o saldo devedor.

No final dos pagamentos, a soma da parte da amortização de cada parcela deve ser igual ao valor do financiamento.

No mercado há três tipos de sistemas de amortização que definem a forma de cálculo das prestações. Veja a seguir as características de cada um:

Sistema de Amortização Constante (SAC)

A amortização é realizada em parcelas periódicas, sucessivas e decrescentes em progressão aritmética. O valor da prestação é composto por uma parcela de juros decrescentes e outra de amortização que permanece constante.

Sistema de Amortização Crescente (Sacre)

O objetivo dessa modalidade é permitir maior amortização do valor emprestado, reduzindo a parcela de juros sobre o saldo devedor de forma simultânea. Por isso, a amortização começa com prestações mensais mais altas em relação à Tabela price.

Pelo sistema Sacre, as parcelas mensais ficam próximas  da estabilidade. No decorrer do financiamento, os valores tendem a decrescer. A prestação inicial pode comprometer até 30% da renda familiar e o prazo máximo de financiamento é de 25 anos.

Sistema Francês de Amortização (Tabela Price – TB)

Pelo sistema, começa-se a pagar o imóvel com parcelas mensais mais baixas que às do Sacre. Porém, ao longo do contrato as prestações sobem progressivamente, superando as do Sacre.

Na Tabela Price, as parcelas e o saldo devedor são corrigidos mensalmente pela TR, pelos bancos privados e anualmente pela Caixa Econômica Federal. A amortização inicial dos juros é menor nesta modalidade. Já a partir da metade do número  de anos estabelecidos em contrato, a dívida total é reduzida.

Somente 25% da renda familiar pode ser comprometida no financiamento. O prazo máximo do contrato é de 20 anos.

Fonte: Ibedec

Aluguel com aniversário em agosto pode aumentar 5,79%

Os aluguéis residenciais com reajuste anual atrelado ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e aniversário em agosto serão reajustados em 5,79%. Essa é a variação acumulada do índice nos últimos 12 meses (agosto de 2009 a julho de 2010), após a divulgação, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), do indicador de julho, que registrou alta de 0,15% no mês.
Com o reajuste, um inquilino que pagava um aluguel de R$ 1.000,00, entre agosto de 2009 e julho de 2010, passará a desembolsar em agosto – e nos próximos 12 meses – R$ 1.057,90.
Uma forma simples de calcular o novo aluguel é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até maio, indicará o valor a ser pago. Esse fator é de 1,0579. Assim, se a locação antes do reajuste era de R$ 600,00, o novo valor será de 600,00 x 1,0579, isto é, R$ 634,74.
Fatores de Reajustes de aluguel
- Contrato com aniversário em abril de 2010 e pagamento em maio de 2010: 1,0194
- Contrato com aniversário em maio de 2010 e pagamento em junho de 2010: 1,0288
Contrato com aniversário em junho de 2010 e pagamento em julho de 2010: 1,0418
- Contrato com aniversário em julho de 2010 e pagamento em agosto de 2010: 1,0517
- Contrato com aniversário em agosto de 2010 e pagamento em setembro de 2010: 1,0579

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Os aluguéis residenciais com reajuste anual atrelado ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e aniversário em agosto serão reajustados em 5,79%. Essa é a variação acumulada do índice nos últimos 12 meses (agosto de 2009 a julho de 2010), após a divulgação, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), do indicador de julho, que registrou alta de 0,15% no mês.

Com o reajuste, um inquilino que pagava um aluguel de R$ 1.000,00, entre agosto de 2009 e julho de 2010, passará a desembolsar em agosto – e nos próximos 12 meses – R$ 1.057,90.

Uma forma simples de calcular o novo aluguel é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até maio, indicará o valor a ser pago. Esse fator é de 1,0579. Assim, se a locação antes do reajuste era de R$ 600,00, o novo valor será de 600,00 x 1,0579, isto é, R$ 634,74.

Fatores de Reajustes de aluguel

- Contrato com aniversário em abril de 2010 e pagamento em maio de 2010: 1,0194

- Contrato com aniversário em maio de 2010 e pagamento em junho de 2010: 1,0288

- Contrato com aniversário em junho de 2010 e pagamento em julho de 2010: 1,0418

- Contrato com aniversário em julho de 2010 e pagamento em agosto de 2010: 1,0517

- Contrato com aniversário em agosto de 2010 e pagamento em setembro de 2010: 1,0579

Fonte: Secovi